

GOTA A GOTA
Vem o dia, chega fulgente,
Anunciando um novo fascículo! O Sol abre os olhos do mundo, E a humanidade escreve mais um capítulo Da sua dramática história: Um canto gracioso e, às vezes, plangente! Vem a noite, chega mansa, Apagando o céu risonho! A Lua inspira o sono profundo, E a humanidade reescreve em sonho O que tomou assento na sua memória: Um murmúrio renitente de esperança! Assim o mundo cria e recria sua antologia Na renovada finitude da vida, no dia a dia, Matando um sonho, parindo outro, E no gotejar do tempo Minha poesia invento Pouco a pouco!
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 25/09/2012
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