

ECO
Pelas ruas da cidade,
Sigo por um caminho torto, Ora numa calçada iluminada, Ora num beco escuro! Pelas horas do dia, Sigo perdido entre sombras: Sombras do que realizei, Sombras do que tentei realizar E sombras do que apenas sonhei! Então pergunto a mim mesmo, Em segredo, para onde estou indo; No silêncio que anda comigo, Escuto o eco da minha pergunta! Então respondo a mim mesmo Que estou cumprindo meu destino De seguir por um caminho torto, Ora no meu lado vivo, Ora no meu lado morto, Desde menino!
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 17/04/2013
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