

NÃO IMPORTA
Não importa
Com quantas lágrimas encheste A lagoa triste em que te afogas, Volta... Não importa A fundura da cova que cavaste Para sepultar a tua alma, Volta... Não importa O sussurro que emana ainda Do vale de sombras do passado, Volta... Não importa A distância que caminhaste Em companhia de teus algozes, Volta... Não importa A laje fria em que dormiste Nas noites cerradas de solidão, Volta... Ao ponto em que entregaste Em mãos erradas o teu coração, E recomeça!
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 30/07/2013
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