

ÁGUAS DO FUTURO
Lancei a minha alma aos ventos,
E assim Conheci a inconstância das nuvens; Incorporei a natureza das nuvens, E assim Aprendi a dar valor à constância dos ventos! Não quero mais me ver como vejo as pedras: Acomodadas na segurança do chão! Quero beber das águas do futuro E viver os sonhos das borboletas, Dos pássaros e dos querubins! Quero seguir o itinerário Das estrelas inalcançáveis, E enfim Voar livre na direção Dos horizontes imaginários!
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 17/08/2013
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