

HUMANIDADE FUTURA
Aqui, da minha fria sepultura,
Onde relembro as minhas dores Mais erradias, E destilo o meu sangrento pranto No crepúsculo dos dias, Eu antevejo a humanidade futura, Sorvendo o néctar das flores, E vivendo mil anos de encanto! Aqui, do meu ígneo inferno, Onde escuto o silêncio da solidão Tristemente a soluçar, E engulo os vazios que me consomem No almoço e no jantar, Eu antevejo um novo coração, Mais solidário, mais fraterno, Pulsando no peito do Homem!
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 18/09/2013
Alterado em 24/09/2013 Copyright © 2013. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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