

TÂNATOS
Tânatos! Deus da morte,
Senhor da noite, nuvem prateada, Força que arrebata os filhos da carne, Anjos nus entregues nas mãos da sorte, Para que o abraço do tempo os embale Até que descansem na última morada, Claustro onde as saltitantes inquietações Da alma não lhes apresarão o sono, Nem os ventos uivantes das emoções Apressarão o tempo do compasso íntimo, Porque jazerão nostálgicos, mortos E lívidos qual folhas de outono, Sonhos esquecidos nos caminhos tortos, Ilusórios e acidentados do mundo físico!
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 22/09/2013
Alterado em 27/05/2014 Copyright © 2013. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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