

TERNURA
Que a saudade que eu sinto de mim
Seja do jardim da minha infância, E que a mágoa que eu sinto agora Não me decrete o derradeiro fim... Porque metade de mim é esta hora, E a outra metade é só lembrança! Que eu perca todo o meu dinheiro, E viva na mais profunda agrura, Mas que eu esteja sempre inteiro, E nunca perca a minha ternura... Porque metade de mim é crasso inverno, Mas a outra metade é abraço fraterno!
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 07/04/2014
Alterado em 07/04/2014 Copyright © 2014. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|