

CONFISSÃO
Todo o meu amor em ti deposito,
Como a lavra que resta a um lavrador; Todo o meu tempo ao teu louvor dedico, Como o sonho que resta a um sonhador. Pois de todas as estações da vida, Digo às manhãs que és a mais florida; E das delicadas feições das manhãs, Confesso à vida que és a mais louçã.
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 01/08/2014
Alterado em 26/08/2014 Copyright © 2014. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|