

VERA
No desabrochar da primavera,
Eu vi a tua perfumada beleza, Doce de minha alma de criança Iluminada pela alva do amanhecer. Em face de feéricos encantos, Eu escrevi este singelo poema, Fruto de minha alma de poeta Banhada pelo pranto do anoitecer. Não me fuja da memória o teu semblante bonito, Que de mim só restaram estes olhos saudosos; Quando foste para o jardim da eternidade, Vera, Levaste a minha alma de jardineiro contigo. (Poema dedicado à minha falecida prima Vera Willemann, que me lembro de ter carregado no colo a criança que já fui um dia, se não me falha a memória.)
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 02/08/2014
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