

A FLOR DA LIBERDADE
A liberdade é flor,
Beleza que viça em terras conhecidas E em terras desconhecidas, Seja onde for É sempre bem recebida, Colorindo sonhos e campos, Perfumando lares e vidas, Abrindo sorrisos, fechando prantos. Já não sou eu quem pensa, Já não sou eu quem fala, E o que penso e falo nesse trecho Da minha longa história de vida Não quer nenhuma recompensa, Quer apenas expressar o desejo Que não se cansa nem se cala: Um forte assomo de fé e esperança Para continuar de pé na caminhada, E um certo ar fagueiro de criança Para torná-la menos sofrida, Mais nada. Já não sou eu que penso, É a emoção do momento; Já não sou eu que falo, É o coração emocionado. E quando a derradeira vontade Vier à minha porta bater Assim tão de repente, Pedirei a flor da liberdade Que perdi para o mundo ao nascer Assim tão dependente.
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 16/06/2017
Alterado em 03/08/2017 Copyright © 2017. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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