

O CÉU E O INFERNO
Eu sou o sangue correndo pela veia,
A aranha urdindo a sua teia; Eu sou o dançarino e a dança E a febre malsã que nunca descansa. Eu sou o pesadelo noturno que alucina, A luz matinal quando a noite termina; Eu sou o bem que lhe há de salvar E o mal que lhe há de matar. Eu sou o açoite da chibata inclemente, A foice afiada da morte iminente; Eu sou o Céu e o Inferno da existência E a liberdade de escolha da consciência.
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 30/07/2017
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