

PRISIONEIRO DA LIBERDADE
E por amar assim tão intensamente
A beleza estampada na natureza, Já não sou a parte, mas o todo, Todo o odor da primavera, Todo o ardor do verão... E por estar assim tão livremente Pela poesia natural absorto, Qual abelha seduzida pela flor, Já não sou a fera Que ruge, Mas a presa Que muge, Não de dor, Mas de emoção.
Carlos Henrique Pereira Maia
Enviado por Carlos Henrique Pereira Maia em 03/09/2017
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